
Enquanto perseguires a felicidade,
Não estás maduro para ser feliz,
Ainda que possuas tudo quanto amas.
Enquanto lamentares as coisas perdidas
E tiveres metas e inquietações
Não saberás ainda o que é paz.
Só quando renunciares a cada desejo
Desconhecendo objetivos e cobiças,
E não nomeares mais a felicidade,
Então só então, a torrente do devir
Não tocará mais teu coração
E tua alma em paz repousará.
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